Bons e doces…

Ha-os que nunca se tornam doces, apodrecem desde o verão – é a cobardia que os mantém presos aos seus ramos.

Ha-os que caem das arvores, estão bons e doces e ao cairem a sua pele vermelha rasga-se.

Sou como o vento do norte NORTADINHAAAAAAAAAAAAAAAA GROSSSSSSSSSSSSSSA para os figos maduros.

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