Ao magnata…

Estava aqui no vazio a descarregar a alma de mais um dia, está o Jorge Palma a cantar-me ao ouvido, e eu na minha solidão extremamente povoada lembrei…

“quando eu já estava a sossegar
quando eu já estava a adormecer
vi-te dançar e a minha paz morreu
odeio a luz do teu olhar
quando não brilha só pra mim
pensei que fosses um brinquedo meu…”

Eu que perdi, não percebi o quanto estava feliz. Mas… Vera Trocado nunca perde… ganhei mais, que é como quem diz um amigo, um tesouro para toda a vida. Disseste, quero que te lembres de mim enquanto essas lembranças te fizerem sorrir, e esses sorrisos povoam a cada dia a  minha solidão. Sei que não são precisas letras para que me possas ler, e sabes que estou felicissima por ti, Parabéns. Sabia que no meio de tanta merda Vera Trocado tinha de fazer alguma coisa em condições, nem que isso fosse correr para longe. Também sabes, que mesmo que não queiras, um dia eu volto, arrasto-te ao refugio e fumamos o cachimbo da paz, porque quando for a minha vez, também quero que fiques feliz por mim.

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